Esta é a cópia-quase-fiél do tal rascunho que as minhas amigas gostaram... aliás, é só a 1ª parte do rascunho; mas enfim...

" Aos 17 anos, realizei meu grande sonho de ir estudar nos Estados Unidos da América, mais especificamente na Universidade do estado de Delaware. No fundo não me importava o curso, apenas finalmente realizar esse sonho infantil. Aos poucos fui criando amigos em Newark. Brigitte e Cinthya eram as mais próximas. No nosso grupo, formado por mais 4 garotas e 3 ou 4 garotos, um se destacou. O nome dele era Michael. Seu sorriso encantador, seu humor e sua inteligência me fascinavam. Eu tentava não me envolver - um dia eu voltaria para o Brasil, sem data de volta para os EUA - e isso funcionou durante um tempo. Até que lutar contra o que acontecia comigo quando eu estava com ele, ficou difícil. Logo que comprovei que era correspondida, não resisti. Me rendi.
Era um relacinamento tao saudável que muitas vezes eu não conseguia acreditar que se passava comigo. No início quase consegui me desapaixonar, apenas para não sofrer quando eu voltasse, mas ele só me surpreendia e me fazia sorrir e isso tornou impossível não gostar dele verdadeiramente. Michael era muito amigo; companheiro. Sempre imaginei que não chegaria a encontrar alguém assim. A química era perfeita. Eu podia sentir isso, mesmo com o acordo que fizemos, no qual decidimos iniciar as "relações" somente após algo sério como... o
casamento.
casamento.Na noite do meu 20º aniversário, porém, essa decisão foi esquecida. Ele esteve um mês fora e quando nos vimos uma energia mais forte nos tomou. Não haviam palavras, só olhares. O momento parecia muito propício, apesar da minha timidez se misturar ao modo como eu me sentia à vontade com ele. Eu sentia certa culpa, mas era tão que pequena que não me fazia querer parar. Eu o queria. Ele me provocava. As coisas foram acontecendo e não podíamos nos deter.
Depois chegam as consequências. Por meses eu fingia não saber daquilo. E bem, eu devia ter imaginado que algo tão caprichado poderia ter resultado isso: um bebê. "
p.s.: não tenho um título
"Não haviam palavras, só olhares." as vezes , elas falam por si só...
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